quinta-feira, 3 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
(Buongiorno, Notte). Itália, 2003, 106 min.
Direção: Marco Bellocchio. Com Roberto Herlitzka, Luigi Lo Cascio, Maya Sansa. O sequestro, em 1978, do líder da Democracia Cristã italiana, Aldo Moro, representou um trauma para o país (Moro era a reserva moral da DC, entre outras) e foi, de certo modo, o ponto baixo do pensamento de esquerda e sua ação mais inconsequentemente brutal. Marco Bellocchio retoma esse episódio-chave com uma lucidez impressionante. E filma com tanta elegância e precisão quanto pensa. Uma das grandes obras do século 21.(Inacio Araujo)
Direção: Marco Bellocchio. Com Roberto Herlitzka, Luigi Lo Cascio, Maya Sansa. O sequestro, em 1978, do líder da Democracia Cristã italiana, Aldo Moro, representou um trauma para o país (Moro era a reserva moral da DC, entre outras) e foi, de certo modo, o ponto baixo do pensamento de esquerda e sua ação mais inconsequentemente brutal. Marco Bellocchio retoma esse episódio-chave com uma lucidez impressionante. E filma com tanta elegância e precisão quanto pensa. Uma das grandes obras do século 21.(Inacio Araujo)
terça-feira, 11 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Tostão
QUANDO ENTREI no curso de psicanálise, imaginei que jamais entenderia as ideias de Freud. Logo percebi que seus textos eram tão claros, convincentes e simples, que até os mistérios da alma tinham lógica. Freud colocou ordem no caos.Quando joguei ao lado de Pelé, percebi que uma de suas principais qualidades era tornar simples o que era complexo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Paulo Francis
Freud tem outra vantagem: escreve com admirável clareza e simplicidade (formal), ao contrario de Marcuse ou Brown, sujeitos a buracos e pedregulhos estilísticos.
O problema de repressão e sublimação (a saída para as realizações culturais) está sempre conosco, desde que nascemos, quando mamães e babás nos impedem de fazer as coisas quando e onde queremos. Quem brinca, não trabalha, etc. É de uma simplicidade tão grande que só um gênio seria capaz de descobri-la.
O problema de repressão e sublimação (a saída para as realizações culturais) está sempre conosco, desde que nascemos, quando mamães e babás nos impedem de fazer as coisas quando e onde queremos. Quem brinca, não trabalha, etc. É de uma simplicidade tão grande que só um gênio seria capaz de descobri-la.
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